quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A Criatividade segundo Scott Adams
Eu me pergunto se a melhor maneira de matar a criatividade é incentivá-la. Esta noção terá alguma explicação. As pessoas criativas, literalmente, não podem parar-se de criar. É uma forma de TOC. Não há nenhuma maneira de parar a criatividade a menos que você mate as pessoas que a têm. Criadores vão mudar de emprego, desafiar o governo, se deslocar para outros países e fazer o que eles precisam para aflorar a criatividade. Esse é o meu primeiro ponto: A criatividade é como um furacão.
Sobre o autor: Raymond Scott Adams (nascido em 08 de junho de 1957) é o criador americano do cartum Dilbert e obras de não-ficção compostas de sátiras , comentários, negócios e especulação geral.
A série Dilbert ganhou destaque nacional durante nos anos 1990 na América, e em seguida foi distribuído em todo o mundo. Um ex-funcionário de grandes empresas, ele se tornou um cartunista em tempo integral em 1995. Adams escreve em um satírico , muitas vezes sarcástica maneira sobre a paisagem social e mental dos trabalhadores de colarinho branco em empresas modernas.
Texto baseado em postagem de 20 de setembro de 2011 no Blog: http://dilbert.com/blog/
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
GANDHI
Que diferença faz para os mortos, para os órfãos e para os excluídos, se a destruição se deu em nome da tirania ou em nome da liberdade?
Gandhi (1869-1948) foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução
domingo, 28 de agosto de 2011
O futuro se tornou...
O futuro se tornou a região do horror, e o presente se converteu num deserto. As sociedades liberais giram, giram, mas não avançam, só se repetem. Se mudam, mas não se transfiguram. O hedonismo do Ocidente é a outra face do seu desespero; O lugar vazio deixado pelo cristianismo nas almas modernas não foi ocupado pela filosofia, mas pelas superstições grosseiras. Nosso erotismo é uma técnica, não uma arte ou uma paixão.
Sobre o autor: Octavio Paz
Octávio Paz Lozano foi um poeta mexicano, nascido na Cidade do México, em 1914, e faleceu em 1998. Foi notabilizado por seu trabalho prático e teórico no campo da poesia moderna ou de vanguarda. Recebeu o Nobel de Literatura de 1990 , é considerado um dos maiores escritores do século XX e um dos grandes poetas hispânicos de todos os tempos.
Extraído do site Porvocações:sábado, 20 de agosto de 2011
SABER
Há uma diferença muito grande entre saber e acreditar que se sabe.
Saber é ciência. Acreditar que se sabe é ignorância.
Mas, cuidado! Saber mal não é ciência. Saber mal pode ser muito pior que ignorar.
Na verdade, sabe-se somente quando se sabe pouco, pois com o saber, cresce a dúvida,
Que é preciso idolatrar sempre!
Antônio Abujamra
De
Fernando Martins sobre o autor
FF“Talento multidisciplinar, Antonio Abujamra faz parte da história da inteligência brasileira. Transgressor de fórmulas e formas, este iconoclasta alia seu talento criativo à fecunda experiência de todos os erros. Corajosamente. Sem concessões a um esteticismo convencional, Antonio Abujamra está há mais de 50 anos na trincheira avançada do teatro e da televisão. Permanentemente insatisfeito, fez de contínuo renovar-se a pedra filosofal de sua vida”.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Esquece o futuro...
Esquece o futuro. Ele não te pertence. O presente te basta. Mas é preciso ser rápido quando ele é mau presente, e andar devagar quando se trata de saboreá-lo. Expressões como “passar o tempo” espelham bem a maneira de viver dessa gente prudente, que imagina não haver coisa melhor para fazer da vida. Deixam passar o presente, esquivam-se, ignoram o presente, como se estar vivo fosse coisa desprezível.
A natureza nos deu a vida em condições tão favoráveis, que só mesmo por nossa culpa ela poderá se tornar pesada e inútil.
Michel Eyquem de Montaigne (Saint-Michel-de-Montaigne, 28 de fevereiro de 1533 — Saint-Michel-de-Montaigne, 13 de setembro de 1592). A natureza nos deu a vida em condições tão favoráveis, que só mesmo por nossa culpa ela poderá se tornar pesada e inútil.
Desfrutando de boa situação financeira, retirou-se para a sua propriedade em 1571, em Dordogne – França, aos 35 anos, quando começou a escrever a obra que se tornou clássica, intitulada Ensaios, fruto de meditação, reflexão e observações pessoais. Montaigne foi o criador desse gênero literário. Os temas que aborda não têm um encadeamento lógico nem um plano preestabelecido e podem ser lidos separadamente. Em todos eles encontramos reflexões e pensamentos filosóficos.
Extraído postagem do site: http://www.tvcultura.com.br/provocacoes/poemas
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
GIGANTES Y CABEZUDOS
Política y dinero son dos fuerzas diabólicas que
se alimentan la una de la otra y acaban
elemento: la impunidad.
se alimentan la una de la otra y acaban
elemento: la impunidad.
La impunidad vuelve valientes a los cobardes y osados a los pusilánimes, y el día en que
cobardes y pusilánimes alcanzan el poder sus sucias babas lo aniquilan todo.
cobardes y pusilánimes alcanzan el poder sus sucias babas lo aniquilan todo.
Los políticos actuales son enanos que se suben los unos sobre los otros para intentar
parecer hermosos gigantes y acaban convirtiéndose en ridículos cabezudos.
parecer hermosos gigantes y acaban convirtiéndose en ridículos cabezudos.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Sábato, pensamentos sem fronteiras
Ernesto Sábato
A esperança não será a prova de um sentido oculto da Existência., uma coisa que merece que se lute por ela?
A vaidade é um elemento tão subtil da alma humana que a encontramos onde menos se espera: ao lado da bondade, da abnegação, da generosidade!
Creio que a verdade é perfeita para a matemática, a química, a filosofia, mas não para a vida. Na vida contam mais a ilusão, a imaginação, o desejo, a esperança
Um bom escritor exprime grandes coisas com pequenas palavras; pelo contrário, o mau escritor diz coisas insignificantes com palavras grandiosas
Viver consiste em construir recordações futuras
Ernesto Sábato
Nasceu na cidade de Rojas, província de Buenos Aires, em 1911.
Morreu na cidade de Santos Lugares, província de Buenos Aires, em 30 de abril de 2011.
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